Ela deu o nosso nome para irmos receber o Escapulário. Tínhamos o nome escrito na
lista e cada um iria fazer tudo para estar presente. Chegado o dia 27 ainda
ninguém sabia bem o que significava realmente o Escapulário, tudo o que sabíamos é
que poderia ser em forma de medalha com a Nossa Senhora, que elA nos
protegeria. Ilda faria a vontade à mãe, Laura também viria, Arminda não
faltaria e Maria também haveria de ir comigo mas, nenhuma de nós sabíamos
ao que íamos. Foi nessa manhã que, no meio da preocupação da pontualidade, dos
lugares a ocupar e da dignidade do vestuário, no pouco tempo que me restava, abri
o computador e pesquisei sobre o Escapulário do Carmo.
Ainda me surgiu outra pergunta, e se me fosse comprometer com algo incompatível com outros compromissos, ou intenção deles? Temeria eu sempre comprometer-me, ou comprometer-me mal? A descoberta da menção à ordem Carmelita imprimiu um brilho particular no meu coração e deu-me grande alegria e confiança. Lembrei-me das palavras dum padre de há anos! Se já tinha particular amor a Santa Teresinha, este pequeno gesto estreitava-me mais a ela. Durante a celebração passaram-me muitos pensamentos e sentimentos pela alma como se a alma possuísse registos que não se podem pôr, nem tirar. Podemos arrumar as nossas feridas em gavetas, podemos distrair as nossas saudades, podemos mascarar as nossas paixões, mas não podemos deixar escondida a verdade. É verdade que a Verdade vem sempre à superfície. Mas qual é a minha Verdade se só Tu és a Verdade? Parece que em cada momento da vida pequenas parcelas de uma só verdade são mostradas. Há quem nunca se preocupe com a verdade. Eu, talvez por deseja-la tanto, ela pareça torna-se mais oculta, mais difícil, desvendada a conta-gotas ocultando-se logo. Mas se a Verdade é o Amor, não será necessário somente Amar? Amar o Amor, mas amarei eu O Amor? Ah meu Deus, se me fazes perseguir-Te, porque me fazes perseguir-Te, se foste Tu que me perseguiste primeiro? Mas se não é por Ti que corre o meu coração então lembra-Te que eu procuro a Verdade e confio no Amor e ainda que eu esteja enganada, Tu rectificas todos os erros e para isso não necessitas senão de uma só fracção de tempo. Porque me perguntei quando comecei a amar Teresinha, voltei ao início. Esse início que arrumei na gaveta e que hoje teve de sair em favor da verdade. Esse início oculto e para mim desconhecido. Mas eu não temo a verdade, porque seja ela qual for, confio que chegarei a Ti. O tecido castanho do Escapulário do Carmo trouxe com ele, ainda mais o compromisso do Amor, unido à Santíssima Virgem. Este caminho tão difícil de percorrer, mas que me abriu novos e pequenos meios para chegar a Vós. Pois que é por Vós que Sois O Amor que tudo se faz e tudo se realiza, também será por Vós e para Vós, que se terá realizado o princípio e o fim da minha vida.
Ainda me surgiu outra pergunta, e se me fosse comprometer com algo incompatível com outros compromissos, ou intenção deles? Temeria eu sempre comprometer-me, ou comprometer-me mal? A descoberta da menção à ordem Carmelita imprimiu um brilho particular no meu coração e deu-me grande alegria e confiança. Lembrei-me das palavras dum padre de há anos! Se já tinha particular amor a Santa Teresinha, este pequeno gesto estreitava-me mais a ela. Durante a celebração passaram-me muitos pensamentos e sentimentos pela alma como se a alma possuísse registos que não se podem pôr, nem tirar. Podemos arrumar as nossas feridas em gavetas, podemos distrair as nossas saudades, podemos mascarar as nossas paixões, mas não podemos deixar escondida a verdade. É verdade que a Verdade vem sempre à superfície. Mas qual é a minha Verdade se só Tu és a Verdade? Parece que em cada momento da vida pequenas parcelas de uma só verdade são mostradas. Há quem nunca se preocupe com a verdade. Eu, talvez por deseja-la tanto, ela pareça torna-se mais oculta, mais difícil, desvendada a conta-gotas ocultando-se logo. Mas se a Verdade é o Amor, não será necessário somente Amar? Amar o Amor, mas amarei eu O Amor? Ah meu Deus, se me fazes perseguir-Te, porque me fazes perseguir-Te, se foste Tu que me perseguiste primeiro? Mas se não é por Ti que corre o meu coração então lembra-Te que eu procuro a Verdade e confio no Amor e ainda que eu esteja enganada, Tu rectificas todos os erros e para isso não necessitas senão de uma só fracção de tempo. Porque me perguntei quando comecei a amar Teresinha, voltei ao início. Esse início que arrumei na gaveta e que hoje teve de sair em favor da verdade. Esse início oculto e para mim desconhecido. Mas eu não temo a verdade, porque seja ela qual for, confio que chegarei a Ti. O tecido castanho do Escapulário do Carmo trouxe com ele, ainda mais o compromisso do Amor, unido à Santíssima Virgem. Este caminho tão difícil de percorrer, mas que me abriu novos e pequenos meios para chegar a Vós. Pois que é por Vós que Sois O Amor que tudo se faz e tudo se realiza, também será por Vós e para Vós, que se terá realizado o princípio e o fim da minha vida.
Sem comentários:
Enviar um comentário