Acho que não ouvi mal, quando o nosso pároco disse: ”Vacuidade
das vacuidades tudo é vacuidade!”, assim parece ser a tradução exacta do hebraico.
Mas, o que tem a haver com vaidade? Vaidade das vaidades, tudo é vaidade! A
vacuidade diz-nos que nós existimos sob a dependência ou interdependência e não
por nós mesmos… Sob digo bem, e isso é maravilhoso, nós que gostamos de dominar ou estar sobre as outras coisas.
Nós, isoladamente somos em última instância vazios, ocos e quando experimentamos a ausência dessa interdependência do Amor, que é Deus, temos a experiência da vacuidade. É engraçado… o que tem a vaidade a ver com a vacuidade afinal? Apenas me ocorre de que quando a nossa experiência não é de interdependência só pode ser de vaidade, essa vaidade de aspirarmos a estar sobre e não sob, sem contudo darmos conta de que estar sob o Espírito de Deus é muito mais seguro. De facto, sem Ele, tudo é vaidade, mas sem Ele tudo é também vacuidade, ora é aqui que uma palavra se relacionada directamente com a outra, ambas dizem respeito à ausência de Deus. As palavras do nosso pároco deixam-me a pensar … Há uma repetição, no nosso dia, vamos à mesma igreja, à mesma hora? Vemos o mesmo padre? Ele vê na sua maioria as mesmas pessoas? É verdade… se isso se tornaria monótono sem Ele, tornaria. Se são as pessoas que podem fazer em cada dia a diferença, também é verdade, a diferença no instante, e neste Agora… Compreendi bem este Agora! Mas sem Deus este Agora é a experiência do vácuo… Com Deus esta experiência é sempre inteiramente nova. Fazer com Deus as pequenas coisas do dia, o jantar, a reunião, a palavra… Sim, sem Deus tudo é vacuidade e vaidade!
Nós, isoladamente somos em última instância vazios, ocos e quando experimentamos a ausência dessa interdependência do Amor, que é Deus, temos a experiência da vacuidade. É engraçado… o que tem a vaidade a ver com a vacuidade afinal? Apenas me ocorre de que quando a nossa experiência não é de interdependência só pode ser de vaidade, essa vaidade de aspirarmos a estar sobre e não sob, sem contudo darmos conta de que estar sob o Espírito de Deus é muito mais seguro. De facto, sem Ele, tudo é vaidade, mas sem Ele tudo é também vacuidade, ora é aqui que uma palavra se relacionada directamente com a outra, ambas dizem respeito à ausência de Deus. As palavras do nosso pároco deixam-me a pensar … Há uma repetição, no nosso dia, vamos à mesma igreja, à mesma hora? Vemos o mesmo padre? Ele vê na sua maioria as mesmas pessoas? É verdade… se isso se tornaria monótono sem Ele, tornaria. Se são as pessoas que podem fazer em cada dia a diferença, também é verdade, a diferença no instante, e neste Agora… Compreendi bem este Agora! Mas sem Deus este Agora é a experiência do vácuo… Com Deus esta experiência é sempre inteiramente nova. Fazer com Deus as pequenas coisas do dia, o jantar, a reunião, a palavra… Sim, sem Deus tudo é vacuidade e vaidade!
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